20/07/2018

IPH 40 anos - Um olhar para o futuro da inclusão social

Entidade fundada em 1978 ampliou seu campo de atuação visando a inclusão social e já beneficiou mais de 80 mil pessoas

IPH 40 anos - Um olhar para o futuro da inclusão social
Quando Padre Haroldo iniciou sua trajetória no Brasil, em meados da década de 60, não imaginava como sua obra poderia transformar a vida de tantas pessoas. Quase 15 anos após sua chegada ao Brasil, nascia o Instituto Padre Haroldo, em 25 de maio de 1978, ainda com o nome de APOT (Associação Promocional Oração e Trabalho).

Com o propósito muito claro de atender pessoas em situação de vulnerabilidade e risco e promover a inclusão social destas pessoas, o jesuíta foi angariando recursos e entusiastas de sua obra, que um a um vinham somar à sua dedicação.

Se em 1978 o foco era atender homens com problemas de uso abusivo de álcool, 40 anos depois a obra somou muitos outros propósitos e ampliou seu campo de atuação para além do tratamento da dependência química, atendendo também pessoas em situação de vulnerabilidade e risco em unidades de Acolhimento Institucional e Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos e estímulo à Valorização Profissional.

Com isto, além do público adulto, passou a oferecer atendimento também para gestantes, bebês, crianças, adolescentes e jovens, somando 15 serviços em 10 endereços na cidade de Campinas. Hoje, o IPH atende diretamente cerca de 1.500 pessoas por mês, beneficiando aproximadamente 10 mil pessoas anualmente.

Este campo mais amplo de atendimento deu-se pelo olhar apurado das demandas sociais, em que as populações carentes diariamente encaram situações de privação de direitos básicos.

Um trabalho consolidado, no entanto, não significa que os esforços em torno da obra tenham de ser menores. Após 40 anos de história, a entidade precisa cada vez mais de apoio da sociedade para continuar atuando. Já tendo atingido números expressivos de atendimento, mais de 80 mil beneficiados ao longo das 4 décadas, o intuito é continuar contribuindo na construção e reconstrução de histórias dos atendidos, oferecendo condições de desenvolvimento pessoal e autonomia.